
TecnologiaOussama Ammar
Desenhe a interação a partir do que a tecnologia permite
Uma capacidade nova pode justificar outra interação, em vez de apenas acelerar a interface antiga.
Um sistema de conversa pode deixar a pessoa descrever uma intenção em vez de navegar por vários controles. A voz pode ser útil quando combina com a tarefa. O contexto pode evitar que a pessoa explique a mesma situação repetidas vezes.
Examine o caminho entre intenção e resultado. Quais etapas servem ao usuário e quais só existem porque uma ferramenta antiga as exigia? Uma nova interface pode eliminar algumas delas.
Isso é uma questão de design, não uma regra para todo produto usar voz ou conversa. Ajuste a interação à tarefa e ao usuário reais. A novidade vale quando torna o trabalho mais útil ou compreensível.
A tarefa é ligar a capacidade do sistema a uma forma coerente de controle. O usuário deve entender o que pode pedir e o que o sistema faz em resposta.
Deixe claras as ações e suas consequências
Quando uma instrução curta pode produzir uma ação grande, a distância entre intenção e consequência diminui. A interface precisa dar retorno claro e controle adequado. Facilitar uma ação não deve criar dúvida sobre o que aconteceu.
Explique o resultado em termos que o usuário entenda. Permita perceber quando ele difere do pedido. A fluência da tecnologia não elimina a necessidade de verificar seu efeito.
Considere o fluxo completo de trabalho. Um conjunto de ferramentas desconectadas pode criar mais esforço mental do que elimina. O usuário ganha com a continuidade útil, não com a quantidade de tecnologias no produto.
Escolha acréscimos pelo problema que resolvem. Uma funcionalidade que oferece mais escolhas ainda pode dificultar a tarefa. A simplicidade deve refletir o trabalho do usuário, sem servir de vitrine técnica.